Câncer Color­retal

Diagnóstico precoce é garantia de cura

Setembro Verde

O CÂNCER DO INTESTINO GROSSO, também chamado de CÂNCER DE CÓLON E RETO OU CÂNCER COLORRETAL, é uma doença que atinge homens e mulheres, principalmente, a partir dos 50 anos. É um dos tipos que mais apresentam chances de prevenção sendo tratável e, na maioria dos casos, curável, ao ser detectado precocemente, quando ainda não se espalhou para outros órgãos.

Tem cura na maioria dos casos

afetas igualmente Ambos os sexos

Maior risco a partir dos 50 anos

Consulte um especialista

Principais Sintomas

Sangue nas fezes

Alteração do hábito intestinal (diarreia e prisão de ventre alternados)

Dor ou desconforto abdominal

Fraqueza e anemia

Perda de peso sem causa aparente

Alteração na forma das fezes (fezes muito finas e compridas)

Massa (tumoração) abdominal

FAÇA SEU EXAME

Caso tenha algum dos sintomas mencionados, independente da idade, você deverá procurar auxílio médico, pois existem outras doenças que acontecem em qualquer idade

A partir dos 50 anos devemos fazer exames de rotina, como pesquisa de sangue oculto nas fezes, independente de qualquer sintoma, pois existe uma fase da doença praticamente silenciosa (sem manifestações)

Quando a pesquisa de sangue oculto nas fezes tem o resultado positivo, será necessário realizar o exame de colonoscopia ou retossigmoidoscopia, onde o médico visualizará a parte interna do intestino buscando o câncer ou pólipos que possam vir a se transformar em câncer

Colonoscopia é o exame mais completo para avaliação do intestino grosso (cólon) e reto

AS PRINCIPAIS ARMAS CONTRA O CÂNCER SÃO: A INFORMAÇÃO, A NOSSA DISPOSIÇÃO PARA MUDAR NOSSO ESTILO DE VIDA E NÃO TER MEDO DE FAZER OS EXAMES PREVENTIVAMENTE PARA MANTER A NOSSA SAÚDE.

O que fazer para diminuir o risco de doenças intestinais?

Algumas mudanças simples no estilo de vida que contribuem para a diminuição do risco de doenças intestinais

Diminuir a ingestão de alimentos altamente processados (embutidos, condimentos e com conservantes) e aumentar a ingestão de alimentos in natura (frutas é bom exemplo)

Atividade física para nosso controle de peso adequado, diminuindo várias doenças: tumor colorretal, câncer de mama, infarto do miocárdio (coração), acidente vascular cerebral (derrame) e outras doenças

Dieta equilibrada com alto teor de fibras (legumes, verduras e frutas)

Dieta com baixo teor de gorduras (frituras)

Ingestão de líquidos como água e suco 

Limitar o consumo de carnes vermelhas (carne cozida) até 500 gramas por semana.

Saiba mais sobre o Câncer de Intestino

Estatísticas

Estimativa de novos casos: 40.990, sendo 20.520 homens e 20.470 mulheres (2020 - INCA)

Número de mortes: 20.578; sendo 10.191 homens e 10.385 mulheres (2019 - Atlas de Mortalidade por Câncer - SIM).

Os principais fatores relacionados ao maior risco de desenvolver câncer do intestino são: idade igual ou acima de 50 anos, excesso de peso corporal e alimentação não saudável (ou seja, pobre em frutas, vegetais e outros alimentos que contenham fibras). O consumo de carnes processadas (salsicha, mortadela, linguiça, presunto, bacon, blanquet de peru, peito de peru e salame) e a ingestão excessiva de carne vermelha (acima de 500 gramas de carne cozida por semana) também aumentam o risco para este tipo de câncer.

Outros fatores relacionados à maior chance de desenvolvimento da doença são história familiar de câncer de intestino, história pessoal de câncer de intestino, ovário, útero ou mama, além de tabagismo e consumo de bebidas alcoólicas.

Doenças inflamatórias do intestino, como retocolite ulcerativa crônica e doença de Crohn, também aumentam o risco de câncer do intestino, bem como doenças hereditárias, como polipose adenomatosa familiar (FAP) e câncer colorretal hereditário sem polipose (HNPCC). Pacientes com essas doenças devem ter acompanhamento individualizado.

A exposição ocupacional à radiação ionizante, como aos raios X e gama, pode aumentar o risco para câncer de cólon. Assim, profissionais do ramo da radiologia (industrial e médica) devem estar mais atentos.

A manutenção do peso corporal adequado, a prática de atividade física, assim como a alimentação saudável são fundamentais para a prevenção do câncer de intestino. Uma alimentação saudável é composta, principalmente, por alimentos in natura e minimamente processados, como frutas, verduras, legumes, cereais integrais, feijões e outras leguminosas, grãos e sementes. Esse padrão de alimentação é rico em fibras e, além de promover o bom funcionamento do intestino, também ajuda no controle do peso corporal. Manter o peso dentro dos limites da normalidade e fazer atividade física, movimentando-se diariamente ou na maior parte da semana, são fatores importantes para a prevenção deste tipo de câncer.

Além disso deve-se evitar o consumo de carnes processadas (por exemplo salsicha, mortadela, linguiça, presunto, bacon, blanquet de peru, peito de peru, salame) e limitar o consumo de carnes vermelhas até 500 gramas de carne cozida por semana.

Esse padrão de alimentação é rico em fibras e, além de promover o bom funcionamento do intestino, também ajuda no controle do peso corporal. Manter o peso dentro dos limites da normalidade e fazer atividade física, movimentando-se diariamente ou na maior parte da semana, são fatores importantes para a prevenção deste tipo de câncer.

Verifique se seu peso está adequado com uma calculadora de IMC.

Não fumar e não se expor ao tabagismo.

Os sintomas mais frequentemente associados ao câncer do intestino são:

  • sangue nas fezes;
  • alteração do hábito intestinal (diarreia e prisão de ventre alternados);
  • dor ou desconforto abdominal;
  • fraqueza e anemia;
  • perda de peso sem causa aparente;
  • alteração na forma das fezes (fezes muito finas e compridas);
  • massa (tumoração) abdominal.

Esses sinais e sintomas também estão presentes em problemas como hemorroidas, verminose, úlcera gástrica e outros, e devem ser investigados para seu diagnóstico correto e tratamento especifico.

Na maior parte das vezes esses sintomas não são causados por câncer, mas é importante que eles sejam investigados por um médico, principalmente se não melhorarem em alguns dias.

A detecção precoce do câncer é uma estratégia para encontrar um tumor numa fase inicial e, assim, possibilitar maior chance de tratamento.

A detecção pode ser feita por meio da investigação com exames clínicos, laboratoriais ou radiológicos, de pessoas com sinais e sintomas sugestivos da doença (diagnóstico precoce), ou com o uso de exames em pessoas sem sinais ou sintomas (rastreamento) mas pertencentes a grupos com maior chance de ter a doença.

Os tumores de cólon e reto (ou colorretal) podem ser detectados precocemente através de dois exames principais: pesquisa de sangue oculto nas fezes e endoscopias (colonoscopia ou retossigmoidoscopias).

Os principais sinais e sintomas sugestivos deste câncer são:

  • Sangramento nas fezes
  • Massa (tumoração) abdominal
  • Dor abdominal
  • Perda de peso e Anemia
  • Mudança de hábito intestinal

Na maior parte das vezes esses sintomas não são causados por câncer, mas é importante que eles sejam investigados por um médico, principalmente se não melhorarem em alguns dias.

Além do diagnóstico precoce, a Organização Mundial da Saúde preconiza que os países com condições de garantir a confirmação diagnóstica, referência e tratamento, realizem o rastreamento do câncer do colon e reto em pessoas acima de 50 anos, por meio do exame de sangue oculto de fezes. Os casos positivos neste exame deverão fazer uma colonoscopia ou retossigmoidoscopia, onde o médico visualizará a parte interna do intestino buscando o câncer ou pólipos que possam vir a se transformar em câncer.

O diagnóstico requer biópsia (exame de pequeno pedaço de tecido retirado da lesão suspeita). A retirada da amostra é feita por meio de aparelho introduzido pelo reto (endoscópio).

O câncer de intestino é uma doença tratável e frequentemente curável. A cirurgia é o tratamento inicial, retirando a parte do intestino afetada e os gânglios linfáticos (pequenas estruturas que fazem parte do sistema de defesa do corpo) dentro do abdome. Outras etapas do tratamento incluem a radioterapia (uso de radiação), associada ou não à quimioterapia (uso de medicamentos), para diminuir a possibilidade de recidiva (retorno) do tumor.

O tratamento depende principalmente do tamanho, localização e extensão do tumor. Quando a doença está espalhada, com metástases para o fígado, pulmão ou outros órgãos, as chances de cura ficam reduzidas.

Após o tratamento, é importante realizar o acompanhamento médico para monitoramento de recidivas ou novos tumores.

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